carlos pereiraCarlos, obrigada por atender ao nosso convite de entrevista. Uma pergunta inicial: você sempre foi espírita ou aderiu à Doutrina em algum momento?

Agradeço imensamente pela oportunidade de estar aqui com vocês. Nasci em uma família católica, só me tornei espírita com alguns anos de vida.

Na minha juventude, não encontrava respostas para meus questionamentos, mas não sabia bem onde encontrá-las. Quando, por força do trabalho profissional, fui transferido para Niterói, fui morar perto da Sociedade Espírita Fraternidade, que eu não conhecia. Comecei a frequentar assistindo uma palestra ou outra. Aos poucos, fui me interessando pelos assuntos da Doutrina, estudando e me engajando. Esse foi meu início, há uns quinze anos.

 

A Sociedade Espírita Fraternidade - SEF, da qual você ocupa a presidência, atualmente,  foi sua primeira casa espírita? Você é um dos fundadores?

A SEF foi minha primeira Casa Espírita, de forma regular. Eu havia assistido uma palestra ou outra em outras Casas, mas, onde realmente adentrei ao estudo, foi a SEF.

Não sou um dos fundadores. A SEF está com trinta e oito anos, e estou lá há bem menos tempo.

 

A SEF foi fundada em 4 de setembro de 1980. Como surgiu a ideia de criar a obra social, Remanso Fraterno? Foi alguma orientação espiritual?

Os colegas relatam ter sido uma orientação do Espírito Camilo, o Benfeitor de Raul Teixeira, fundador da Instituição, de que devíamos ter um trabalho em que pudéssemos exercitar um pouco do que aprendemos na Doutrina Espírita.

Iniciaram-se algumas atividades sociais em uma comunidade em Niterói, de forma modesta. Com o tempo, ficaram impossibilitadas em função da violência do local.

Passou-se, então, a procurar um local para instalar efetivamente a obra social. Foi localizado um terreno e todas as coisas foram favorecendo para que acontecesse. Raul comenta que, antes mesmo de ir fisicamente ao local, já tinha sido levado em desdobramento para conhecê-lo.

Foi comprado o terreno, e começaram a se realizar os trabalhos de evangelização, ainda apenas no terreno. Aos poucos, foram sendo construídos os quatro prédios que abrigam a obra como é hoje. 

 

Como foi adquirida essa propriedade? Houve ou há alguma colaboração governamental ou de empresas ou tudo se deve ao esforço de voluntários? 

Na época da construção e o desenvolvimento da obra, por muitos anos, foi mesmo por conta de voluntários e colaboradores individuais. Não houve ajuda de governo na instalação e nem de grandes empresas. Havia pessoas que tinham empresas, mas que ajudavam como pessoa física. Atualmente, temos um convênio com a Prefeitura Municipal de Niterói, na Secretaria de Educação para a manutenção, em parte, da educação infantil no Remanso Fraterno.

 

Dessa época, você recorda de algum fato pitoresco ocorrido, algo inusitado, durante a construção? Alguma mensagem do mundo espiritual, de forma particular?

Sei do que ouço dos trabalhadores da SEF, principalmente de Raul. Ele conta que, por diversas vezes, as dificuldades surgiam e não havia dinheiro para pagar os pedreiros ou para comprar o material. Numa dessas vezes, ele recebeu um telefonema de alguém perguntanado o que ele precisava. Era cimento. No dia seguinte, o cimento estava na obra porque a pessoa providenciou.

Diversas situações foram mostrando que o grupo não estava sozinho. Sabemos que nunca estamos.

 

Como são utilizados os quatro prédios que compõem o Remanso?

Um é ocupado com Educação do Ensino Fundamental, outro com Educação Infantil, outro, que chamamos de prédio da saúde, é onde estão os consultórios médicos e odontológicos. O quarto é utilizado pela área de Promoção Social, que atende as famílias das crianças e aos jovens, ex-alunos, com trabalho na área de Assistência Social.

 

Quantas crianças atende o Remanso Fraterno, em que períodos? 

Atendemos, aproximadamente, duzentas e cinquenta crianças por dia, sendo duzentos e vinte na Escola Regular de Educação Infantil e Ensino Fundamental do 1º Ciclo, e trinta jovens, ex-alunos, no contraturno da Escola.

São atendidos em período integral, fazem quatro refeições por dia, conseguimos lhes proporcionar o transporte escolar e todas as necessidades para que eles tenham uma educação de qualidade.

 

Toda essa gama de atividades é realizada por funcionários ou existem voluntários? Quantos seriam uns e outros?

Contamos com uns cinquenta funcionários contratados. O número de voluntários na Instituição, envolvendo todas as áreas, inclusive a área de Doutrina, está em torno de trezentos e trinta, entendendo a Sociedade Espírita Fraternidade como um todo, do Remanso Fraterno e nas obras de Doutrina também.

Temos atividades regulares de educação, de segunda a sexta, no período integral. Aos sábados, temos atividades com as famílias na área de Assistência Social, atividades com crianças e jovens, evangelização infantil e mocidade.

 

Antes de Raul Teixeira ser acometido pelo Acidente Vascular Cerebral - AVC, em novembro de 2011, ou seja, há sete anos, sabemos que a manutenção do Remanso era devida em especial à venda dos seus livros psicografados. Com a ocorrência do AVC, deixando de realizar périplos doutrinários, pelo Brasil e pelo mundo, as vendas caíram, não é mesmo? Como vem se dando a manutenção do Remanso desde então?

Realmente, no passado, a Editora era uma das principais fontes de receita da Instituição. Ela sofreu uma queda quando do acidente do nosso Raul. Mas, paralelamente, houve toda uma comoção, uma mobilização dos companheiros espíritas, em geral, para nos ajudar a suprir essa deficiência com contribuições mensais, espontâneas. 

Ao longo do tempo, Raul foi superando as suas dificuldades e, embora não esteja escrevendo novas obras, tem feito um esforço muito grande para comparecer aos eventos, além de confraternizar, estar no meio espírita, autografar os livros e ajudar com essa receita.

O fato é que passamos a depender muito mais das pessoas que contribuem conosco diretamente, com doações, regulares ou não, e outras fontes de receita que fomos procurando construir, como bazares, eventos, para tentar suprir aquele déficit da Editora.

 

Em maio de 2017, sabemos que o Remanso recebeu o prêmio Sou de Niterói, sendo reconhecido como uma entidade de destaque. Quem teve a ideia de inscrever o Remanso, como foi a votação? E, finalmente, em que isso beneficiou o Remanso Fraterno: atraiu mais colaboradores?

Esse prêmio não foi concedido a partir de uma inscrição. O Jornal O Globo com o Caderno de Niterói faz pesquisas de opinião e busca algumas Instituições. Depois faz uma votação pela Internet e, dessa forma, é que fomos informados de que tínhamos sido escolhidos.

Natural que toda imagem positiva, que se cria, em relação a uma Instituição faz com que ela esteja mais aberta para as colaborações porque traz credibilidade e, estando na mídia, sempre há mais procura por conhecer, por entender, mais visitas.

No entanto, não creio que tenha acontecido nada que tenha feito uma grande diferença, não foi esse o diferencial, embora tenha sido importante. De igual forma, o reconhecimento que recebemos posteriormente da Revista Época quando figuramos entre as cem melhores ONGs para doar, do país. 

Também não havíamos nos inscrito com essa pretensão. Fomos arrolados nessa pesquisa e escolhidos. Isso nos trouxe bastante ganho de imagem junto à comunidade como um todo.

Levar uma imagem de seriedade, de credibilidade é sempre muito importante, porque há muitas pessoas no nosso país que gostariam de contribuir com uma causa, mas tem muita desconfiança por conta dos escândalos que vemos. Vejo como muito importante as Instituições serem olhadas, checadas para que ganhem um selo, um carimbo de credibilidade, possibilitando às pessoas que tenham algum recurso a tomarem coragem para ali investir, sabendo que o dinheiro vai ser bem empregado.

 

E o Remanso recebe ajuda só do Brasil ou do Exterior também?

Recebemos alguma ajuda esporádica do Exterior porque Raul é conhecido internacionalmente. Então, não deixam de surgir amigos e conhecidos de Raul que nos prestigiem com um valor ou outro que vem do Exterior. Mas, a colaboração maciça é do Brasil.

 

Nesses anos de trabalho na SEF e no Remanso, você teria algum fato especial para nos relatar, algo que fale dos benefícios alcançados por uma criança, um jovem, uma família assistida?

Não tenho um fato específico. Temos informações de jovens que passaram por nossa Instituição e que hoje estão bem encaminhados. É difícil citar um fato apenas. Sabemos de famílias que estão conosco há algum tempo e estão conseguindo tomar um bom caminho, mas, não sei se podemos atribuir o sucesso deles à nossa obra.

Podemos dizer que a nossa obra tenha participado desse processo. Nós fazemos acreditando que, de alguma forma, essas pessoas estão contribuindo para o nosso trabalho e estamos contribuindo com elas. É uma troca.

 

Agradecemos a gentileza do seu tempo, o nos permitir conhecer um pouco mais a respeito desse oásis de amor, em Niterói.

Agradeço pela oportunidade e o Remanso está de portas abertas para todos que queiram conhecer. Se a distância for impedimento, nosso site www.remansofraterno.org.br é uma boa porta de entrada.

Nosso portão, em Várzea das Moças, está sempre aberto para visitantes que queiram nos conhecer. Obrigado.

 

Entrevista concedida ao setor de Comunicação Social Espírita da Federação Espírita do Paraná, na XX Conferência Estadual Espírita, no Expotrade, em Pinhais, em 17.3.2018.

Em 22.8.2018.

1.Carlos, obrigada por atender ao nosso convite de entrevista. Uma pergunta inicial: você sempre foi espírita ou aderiu à Doutrina em algum momento?

 

Agradeço imensamente pela oportunidade de estar aqui com vocês. Nasci em uma família católica, só me tornei espírita com alguns anos de vida.

 

Na minha juventude, não encontrava respostas para meus questionamentos, mas não sabia bem onde encontrá-las. Quando, por força do trabalho profissional, fui transferido para Niterói, fui morar perto da Sociedade Espírita Fraternidade, que eu não conhecia. Comecei a frequentar assistindo uma palestra ou outra. Aos poucos, fui me interessando pelos assuntos da Doutrina, estudando e me engajando. Esse foi meu início, há uns quinze anos.

 

2.A Sociedade Espírita Fraternidade - SEF, da qual você ocupa a presidência, atualmente,  foi sua primeira casa espírita? Você é um dos fundadores?

 

A SEF foi minha primeira Casa Espírita, de forma regular. Eu havia assistido uma palestra ou outra em outras Casas, mas, onde realmente adentrei ao estudo, foi a SEF.

 

Não sou um dos fundadores. A SEF está com trinta e oito anos, e estou lá há bem menos tempo.

 

3.A SEF foi fundada em 4 de setembro de 1980. Como surgiu a ideia de criar a obra social, Remanso Fraterno? Foi alguma orientação espiritual?

 

Os colegas relatam ter sido uma orientação do Espírito Camilo, o Benfeitor de Raul Teixeira, fundador da Instituição, de que devíamos ter um trabalho em que pudéssemos exercitar um pouco do que aprendemos na Doutrina Espírita.

 

Iniciaram-se algumas atividades sociais em uma comunidade em Niterói, de forma modesta. Com o tempo, ficaram impossibilitadas em função da violência do local.

 

Passou-se, então, a procurar um local para instalar efetivamente a obra social. Foi localizado um terreno e todas as coisas foram favorecendo para que acontecesse. Raul comenta que, antes mesmo de ir fisicamente ao local, já tinha sido levado em desdobramento para conhecê-lo.

 

Foi comprado o terreno, e começaram a se realizar os trabalhos de evangelização, ainda apenas no terreno. Aos poucos, foram sendo construídos os quatro prédios que abrigam a obra como é hoje.

 

4.Como foi adquirida essa propriedade? Houve ou há alguma colaboração governamental ou de empresas ou tudo se deve ao esforço de voluntários?

 

Na época da construção e o desenvolvimento da obra, por muitos anos, foi mesmo por conta de voluntários e colaboradores individuais. Não houve ajuda de governo na instalação e nem de grandes empresas. Havia pessoas que tinham empresas, mas que ajudavam como pessoa física. Atualmente, temos um convênio com a Prefeitura Municipal de Niterói, na Secretaria de Educação para a manutenção, em parte, da educação infantil no Remanso Fraterno.

 

5.Dessa época, você recorda de algum fato pitoresco ocorrido, algo inusitado, durante a construção? Alguma mensagem do mundo espiritual, de forma particular?

 

Sei do que ouço dos trabalhadores da SEF, principalmente de Raul. Ele conta que, por diversas vezes, as dificuldades surgiam e não havia dinheiro para pagar os pedreiros ou para comprar o material. Numa dessas vezes, ele recebeu um telefonema de alguém perguntanado o que ele precisava. Era cimento. No dia seguinte, o cimento estava na obra porque a pessoa providenciou.

 

Diversas situações foram mostrando que o grupo não estava sozinho. Sabemos que nunca estamos.

 

6.Como são utilizados os quatro prédios que compõem o Remanso?

 

Um é ocupado com Educação do Ensino Fundamental, outro com Educação Infantil, outro, que chamamos de prédio da saúde, é onde estão os consultórios médicos e odontológicos. O quarto é utilizado pela área de Promoção Social, que atende as famílias das crianças e aos jovens, ex-alunos, com trabalho na área de Assistência Social.

 

7.Quantas crianças atende o Remanso Fraterno, em que períodos?

 

Atendemos, aproximadamente, duzentas e cinquenta crianças por dia, sendo duzentos e vinte na Escola Regular de Educação Infantil e Ensino Fundamental do 1º Ciclo, e trinta jovens, ex-alunos, no contraturno da Escola.

 

São atendidos em período integral, fazem quatro refeições por dia, conseguimos lhes proporcionar o transporte escolar e todas as necessidades para que eles tenham uma educação de qualidade.

 

8.Toda essa gama de atividades é realizada por funcionários ou existem voluntários? Quantos seriam uns e outros?

 

Contamos com uns cinquenta funcionários contratados. O número de voluntários na Instituição, envolvendo todas as áreas, inclusive a área de Doutrina, está em torno de trezentos e trinta, entendendo a Sociedade Espírita Fraternidade como um todo, do Remanso Fraterno e nas obras de Doutrina também.

 

Temos atividades regulares de educação, de segunda a sexta, no período integral. Aos sábados, temos atividades com as famílias na área de Assistência Social, atividades com crianças e jovens, evangelização infantil e mocidade.

 

9.Antes de Raul Teixeira ser acometido pelo Acidente Vascular Cerebral - AVC, em novembro de 2011, ou seja, há sete anos, sabemos que a manutenção do Remanso era devida em especial à venda dos seus livros psicografados. Com a ocorrência do AVC, deixando de realizar périplos doutrinários, pelo Brasil e pelo mundo, as vendas caíram, não é mesmo? Como vem se dando a manutenção do Remanso desde então?

 

Realmente, no passado, a Editora era uma das principais fontes de receita da Instituição. Ela sofreu uma queda quando do acidente do nosso Raul. Mas, paralelamente, houve toda uma comoção, uma mobilização dos companheiros espíritas, em geral, para nos ajudar a suprir essa deficiência com contribuições mensais, espontâneas.

 

Ao longo do tempo, Raul foi superando as suas dificuldades e, embora não esteja escrevendo novas obras, tem feito um esforço muito grande para comparecer aos eventos, além de confraternizar, estar no meio espírita, autografar os livros e ajudar com essa receita.

 

O fato é que passamos a depender muito mais das pessoas que contribuem conosco diretamente, com doações, regulares ou não, e outras fontes de receita que fomos procurando construir, como bazares, eventos, para tentar suprir aquele déficit da Editora.

 

10.Em maio de 2017, sabemos que o Remanso recebeu o prêmio Sou de Niterói, sendo reconhecido como uma entidade de destaque. Quem teve a ideia de inscrever o Remanso, como foi a votação? E, finalmente, em que isso beneficiou o Remanso Fraterno: atraiu mais colaboradores?

 

Esse prêmio não foi concedido a partir de uma inscrição. O Jornal O Globo com o Caderno de Niterói faz pesquisas de opinião e busca algumas Instituições. Depois faz uma votação pela Internet e, dessa forma, é que fomos informados de que tínhamos sido escolhidos.

 

Natural que toda imagem positiva, que se cria, em relação a uma Instituição faz com que ela esteja mais aberta para as colaborações porque traz credibilidade e, estando na mídia, sempre há mais procura por conhecer, por entender, mais visitas.

 

No entanto, não creio que tenha acontecido nada que tenha feito uma grande diferença, não foi esse o diferencial, embora tenha sido importante. De igual forma, o reconhecimento que recebemos posteriormente da Revista Época quando figuramos entre as cem melhores ONGs para doar, do país.

 

Também não havíamos nos inscrito com essa pretensão. Fomos arrolados nessa pesquisa e escolhidos. Isso nos trouxe bastante ganho de imagem junto à comunidade como um todo.

 

Levar uma imagem de seriedade, de credibilidade é sempre muito importante, porque há muitas pessoas no nosso país que gostariam de contribuir com uma causa, mas tem muita desconfiança por conta dos escândalos que vemos. Vejo como muito importante as Instituições serem olhadas, checadas para que ganhem um selo, um carimbo de credibilidade, possibilitando às pessoas que tenham algum recurso a tomarem coragem para ali investir, sabendo que o dinheiro vai ser bem empregado.

 

11. E o Remanso recebe ajuda só do Brasil ou do Exterior também?

 

Recebemos alguma ajuda esporádica do Exterior porque Raul é conhecido internacionalmente. Então, não deixam de surgir amigos e conhecidos de Raul que nos prestigiem com um valor ou outro que vem do Exterior. Mas, a colaboração maciça é do Brasil.

 

12.Nesses anos de trabalho na SEF e no Remanso, você teria algum fato especial para nos relatar, algo que fale dos benefícios alcançados por uma criança, um jovem, uma família assistida?

 

Não tenho um fato específico. Temos informações de jovens que passaram por nossa Instituição e que hoje estão bem encaminhados. É difícil citar um fato apenas. Sabemos de famílias que estão conosco há algum tempo e estão conseguindo tomar um bom caminho, mas, não sei se podemos atribuir o sucesso deles à nossa obra.

 

Podemos dizer que a nossa obra tenha participado desse processo. Nós fazemos acreditando que, de alguma forma, essas pessoas estão contribuindo para o nosso trabalho e estamos contribuindo com elas. É uma troca.

 

13.Agradecemos a gentileza do seu tempo, o nos permitir conhecer um pouco mais a respeito desse oásis de amor, em Niterói.

 

Agradeço pela oportunidade e o Remanso está de portas abertas para todos que queiram conhecer. Se a distância for impedimento, nosso site www.remansofraterno.org.br é uma boa porta de entrada.

 

Nosso portão, em Várzea das Moças, está sempre aberto para visitantes que queiram nos conhecer. Obrigado.

 

Entrevista concedida ao setor de Comunicação Social Espírita da Federação Espírita do Paraná,

na XX Conferência Estadual Espírita, no Expotrade, em Pinhais, em 17.3.2018.

Em 22.8.2018.